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Agronegócio

Inician una nueva edición de la mayor Expo del país

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La edición 2018 de la Expo de Mariano Roque Alonso, la mayor muestra de ganade­ría, industria y servicios del país, se habilita oficialmente hoy, a las 9:00, con la presen­cia de varias autoridades, al igual que los responsables de la Unión Industrial Para­guaya y la Asociación Rural del Paraguay.

La XXXVII edición se desa­rrollará hasta el domingo 22 de julio en el campo ferial “Don Juan Carlos Pereira” en la ciudad de Mariano Roque Alonso, donde los organiza­dores proponen novedosos atractivos para los visitantes.

Una de ellas es la fiesta “El Retrovisor”, que se llevará a cabo en la noche de este sábado en el ruedo central. La fiesta retrospectiva más grande de todos los tiempos convoca a los fanáticos de la música de los 70, 80 y 90 con los mejores DJ.

Por otra parte, el banco Basa, a partir de este año, se con­virtió en el banco oficial del evento para el cual ha dise­ñado productos especiales enfocados en el sector gana­dero, entre otros. Basa tendrá un lugar especial para la aten­ción de los clientes, quienes además de conocer las nue­vas oportunidades podrán realizar sus transacciones habituales.

En materia de innovacio­nes, está vigente la APP de la Expo, que puede ser des­cargada para los usuarios de Android e iOS, donde los inte­resados podrán conocer todo el calendario de actividades para las dos semanas.

Además, el sector de jue­gos y patio de comidas fue­ron totalmente remodelados ofreciendo mayores comodi­dades para quienes concu­rran a dichos sectores.

Las entradas costarán 20.000 guaraníes y podrán adquirirse en las boleterías de la Expo.

RUEDA DE NEGOCIOS
Uno de los puntos más impor­tantes de la feria será la Expo Rueda Internacional de Negocios, la plataforma de negocios que cada año reúne a empresarios y emprende­dores de Paraguay, la región y el mundo en búsqueda de las mejores oportunidades comerciales y de inversión.

La misma se llevará a cabo entre el martes 17 y miércoles 18 de julio. Unas 125 empre­sas extranjeras y 20 firmas locales ya confirmaron su participación, según mani­festaciones de Luis Schmeda, coordinador general. En la edición 2017, las intenciones de negocios superaron los 161 millones de dólares y se reali­zaron 2.332 reuniones entre las 507 empresas registradas.

REALIZARÁN FERIA POR PANTALLA
La Asociación Paraguaya de Criadores de Nelore (APCN) realizará el lunes 9 de julio, en el local de frigorífico Minerva Foods, un remate por pantalla en donde serán subastadas unas 2.000 cabezas certificadas de ganado nelore. En cuanto a la participación de la raza en la Expo 2018 Guillermo Campos, presidente del gremio, manifestó que uno de los objetivos de esta edición es superar las cifras alcanzadas el año pasado.

Para el juzgamiento de reproductores a bozal están inscriptos más de 150 animales correspondientes a 19 expositores de animales de bozal, entre machos y hembras. Por otro lado se destacan 50 animales, provenientes de 11 cabañas que fueron seleccionados luego de un filtro riguroso para la feria de campo. Será una feria de elite, un remate con una calidad de ani­males excelentes, expresó. LN

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Agronegócio

Maior agroquímica brasileira anuncia expansão

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Maior empresa do ramo de agroquímicos do Brasil, a Nortox acaba de anunciar a sua nova estratégia de expansão para a América Latina, no mês em que completa 65 anos de atuação no mercado. De acordo com o gerente de Marketing da companhia, Guilherme Acquarole, a estratégia se dará através do lançamento de novos produtos e da expansão dos negócios. 

“Em 2018, a Nortox disponibilizou quatro novos defensivos agrícolas ao mercado nacional. Já neste primeiro trimestre de 2019 foram mais quatro lançamentos, com formulações e registros diferenciados, mesmo atuando no segmento de genéricos, e ainda teremos muitas novidades para 2019, em nossas 3 plataformas de atuação, que são os defensivos agrícolas, a nutrição vegetal e sementes”, comenta. 

Segundo o Diretor Comercial, João Marcos Ferrari, a empresa está desenvolvendo um planejamento de modo que os ganhos possam resultar também da troca de tecnologias com outros países. “Depois de mais de seis décadas voltada exclusivamente para o mercado brasileiro, chegou a hora de a Nortox levar aos agricultores de outros países da América Latina a grande tradição e o know-how em formulações de qualidade”, destaca Ferrari. 

O início da Nortox foi focado no café, passando pelo algodão e, finalmente, culminando no investimento em herbicidas para serem utilizados nas lavouras de soja. Além disso, Acquarole cita também os projetos socioambientais da empresa, que buscam preservar o meio ambiente e também a sociedade como um todo. 

“A Nortox chega aos dias atuais com investimentos de peso em sua planta industrial, dona de um portfólio e de uma marca que são referências consolidadas em matéria de soluções para a agricultura brasileira”, conclui. agrolink

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Agronegócio

Por que a China importa tanta soja?

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A soja é o produto agrícola mais importado na China, o que acaba levantando uma série de dúvidas sobre os motivos de o país asiático comprar uma quantia tão grande da oleaginosa ao invés de produzi-la em solo próprio. De acordo com o portal chinês ecns.cn, cerca de 90% de sua soja é importada do mercado internacional e é usada principalmente em petróleo e ração animal. 

Em 2017, a China importou um total de 95,53 milhões de toneladas de soja, das quais 32,58 milhões vieram dos Estados Unidos e 50,93 milhões de toneladas foram importadas do Brasil. Em 2018, devido aos atritos comerciais entre a China e os EUA, o país adquiriu um pouco menos, mas ainda alcançou mais de 82 milhões de toneladas nos primeiros 11 meses. 

No entanto, Ke Bingsheng, ex-presidente da Universidade Agrícola da China (CAU), disse que a terra arável da China é muito limitada. Se o país não os importar e usar sua própria terra para produção, haverá apenas 120 quilos de soja por um mu, sendo que um “mu” equivale a cerca de 0,067 hectares. “Isso significa que mesmo que todas as terras aráveis do norte e nordeste da China sejam usadas para a produção de soja, ainda assim não seria suficiente”, indicou o portal. 

Além disso, o especialista indicou também que os recursos da China são insuficientes e, portanto, as importações podem ajudar a conservar a terra. A compra de soja e algodão de outros países equivale à importação de recursos terrestres e hídricos. “Isso é de grande benefício para o ambiente ecológico da China e assim por diante”, explica. 

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Agronegócio

A receita que transformou o Paraguai no principal destino de investidores na América do Sul

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TERRA DE OPORTUNIDADES

A receita que transformou o Paraguai no principal destino de investidores na América do Sul

Simplificação tributária, estabilidade econômica, custos competitivos e mão de obra mais barata fazem do país vizinho terra fértil para produtores rurais e agroindústrias brasileiras 

12/04/2019 – 04h00minAtualizada em 12/04/2019 – 11h13min

Joana Colussi

JOANA COLUSSIDireto do Paraguai

Se a imagem do Paraguai que vem a sua cabeça é somente de comércio de muambas e eletrônicos em Ciudad del Este, na fronteira com Foz do Iguaçu (PR), você faz parte de grande parcela da população brasileira que desconhece o vizinho. Basta rodar alguns quilômetros pelo país para entender como o ex-primo pobre alcançou média de 4,5% por ano de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na última década – a maior variação entre os países da América do Sul. 

LEIA MAIS

  • Lavouras de arroz avançam 240% em 10 anos no Paraguai e atraem indústrias
  • Gaúcho trocou casa em Quaraí por contêiner adaptado no meio da lavoura de arroz
  • Terceira geração de brasiguaios ajuda a consolidar produção de soja no país vizinho

Simplificação tributária, estabilidade econômica, custos competitivos, menos burocracia e mão de obra mais barata são os ingredientes da receita que tornou o Paraguaidestino atrativo a trabalhadores, produtores e empresários brasileiros – que abriram sete de cada 10 indústrias no país vizinho em cinco anos, segundo o governo.

Parte do impulso vem do agronegócio, que ganhou espaço com a instalação de novas indústrias e serviços, respondendo hoje por 25% da economia local. E, mesmo sem acesso ao mar, o país com sete milhões de habitantes ostenta a terceira maior frota de barcaças fluviais do mundo – atrás apenas de Estados Unidos e China – que transportam mercadorias pelos rios Paraguai e Paraná.

A logística para exportação, aliada ao custo um terço menor da energia elétrica do que no Brasil, levou a ECB Group, holding do empresário gaúcho Erasmo Carlos Battistella, a escolher o país para investir US$ 800 milhões (cerca de R$ 3,1 bilhões). O projeto Ômega Green, anunciado há dois meses, prevê a instalação de usinas de diesel verde e de bioquerosene na região metropolitana de Assunção. 

Nova fronteira do arroz e consolidação da soja

A menos de 200 quilômetros da capital paraguaia, no departamento de Misiones, uma moderna indústria de arroz fundada por um grupo de arrozeiros do Rio Grande do Sul está na terceira safra de produção.  A Agroalianza, gerenciada pelo agrônomo gaúcho João Carlos Schardong Junior, soma 11 mil hectares cultivados – grande parte terras arrendadas por produtores do Estado. Na última década, a área cultivada com arroz no Paraguai deu um salto de 240%.    

 Com os agricultores, migram também trabalhadores rurais, como Enio Souto Coelho, que há seis meses mudou-se de Quaraí, na fronteira com o Uruguai, para trabalhar em lavouras de arroz em San Ignacio, em Misiones.  

Kiko Sierich / Especial
Enio Coelho deixou Quaraí, na Fronteira, para trabalhar em lavoura de arroz no Departamento de MisionesKiko Sierich / Especial

Enquanto o arroz faz nascer uma nova fronteira agrícola no Paraguai, a soja colhe os frutos da consolidação em áreas exploradas por brasiguaios há três décadas. A nova geração à frente dos negócios aumentou em 180% o volume da safra do grão nos últimos 10 anos. Os ganhos vêm principalmente do aumento do rendimento por hectare – alavancado pela adoção de novas tecnologias. 

LEIA MAIS

  • Terceira maior frota de barcaças fluviais do mundo facilita logística no Paraguai
  • Grupo gaúcho de agroenergia construirá no Paraguai planta de biocombustíveis avançados
  • Para minha felicidade, Paraguai, eu voltarei

No departamento de Alto Paraná, Ernani José Hammes, 49 anos, alcança média superior a 70 sacas por hectare nas lavouras de soja. Filho de produtores de Santo Cristo, no noroeste do Estado, Hammes migrou com a família na década de 1980. Hoje, com a ajuda do filho Joel, 22 anos, formando em Agronomia, cultiva 870 hectares de grãos na região de Santa Rita – um dos principais polos do agronegócio no país

Depois de rodar mais de mil quilômetros em três departamentos e, no caminho, não encontrar nenhum buraco em rodovias bem conservadas, a reportagem mostra nas próximas páginas o que tornou o Paraguai a menina dos olhos para investidores na América do Sul – e também os riscos desse rápido crescimento.

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