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MUNDO NOVO.Quadrilha vendia drogas a facções e como pagamento recebia joias e carros

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Quadrilha vendia drogas a facções e como pagamento recebia joias e carros
Operação Laços de Família prendeu 21 pessoas e cumpriu cumprir 210 mandados de prisão, apreensão e sequestro de bens

Apontada como uma das principais fornecedoras de maconha para PCC (Primeiro Comando da Capital), a quadrilha desarticulada pela PF (Polícia Federal) durante a Operação Laços de Família, recebia valores milionários, joias, e até veículos como pagamento pela mercadorias entregue a facção. Nesta manhã, foram presas 21 pessoas envolvidas no esquema.

Com características de máfia e com forte vínculo com a maior facção criminosa do Brasil, o PCC, a quadrilha passou a ser investigada em 2015. Segundo o delegado Nilson Zoccarato, da Delegacia de Polícia Federal de Naviraí, foi justamente a ostentação dos integrantes em uma cidade de 18 mil habitantes, que chamou a atenção da polícia.

Em três anos de investigações, os agentes conseguiram interceptar mais de 27 toneladas de maconha que seriam entregue para a facção e identificaram os líderes do grupo, todas da mesma família. “A estrutura de clã, uma família toda estar dominando um grande ramo de tráfico internacional numa cidade tão pequena e com vínculos com facções criminosas, mostra que falamos de máfia”, reforçou o delegado.

Conforme as investigações, a base do grupo funcionava em Mundo Novo, de onde o subtenente da Polícia Militar Silvio César Molina Azevedo coordenava os crimes. Ele e o filho, Jefferson Henrique Piovezan Azevedo Molina – assassinado a tiros em junho de 2017 no centro da cidade – foram apontados como os líderes do esquema.

De acordo com o superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul, Luciano Flores de Lima, a família “mantinham o terror” e usavam a região cone sul para retirar toneladas de maconha do Paraguai e enviar para outros estados do país. O transporte da droga era feito em caminhões e carretas bitrem, por rodovias estaduais e federais.

Durante as investigações 11 veículos de carga e uma carreta foram apreendidos, todos usados no transporte de maconha. Ainda conforme a polícia, a família também “trabalhava” com a venda de cigarro e armas.

Sem ter como repassar todo o valor da carga, os traficantes pagavam parte da droga em joias e veículos. Em um dos casos, um helicóptero chegou a ser usado para entregar R$ 300 mil em dinheiro e mais R$ 80 mil em joias para a família do Policial Militar. A aeronave acabou sendo interceptada com o piloto Felipe Ramos Moraes, apontado como coordenador das rotas de tráfico aéreo do PCC.

Felipe foi preso maio deste ano por participação na execução de Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca, apontados como as maiores lideranças da facção paulista no Ceará. O helicóptero usado no crime, segundo a polícia, está entre as sete aeronaves apreendidas durante a operação.

“O problema do tráfico em estados como o Rio de Janeiro e São Paulo decorre das quadrilhas instaladas na fronteira com o Paraguai e a Bolívia. Para combater o tráfico de droga e arma, o contrabando de cigarro e agrotóxico, mais investigações como essa devem ser feitas para que surtam melhores efeitos a nível nacional, para combater quadrilhas que causa terror em estados outros estado, mas que tem suas raízes aqui em Mato Grosso do Sul”, afirmou Luciano.

Molina foi preso nesta manhã em Eldorado (Foto: Reprodução/Facebook)

Jefferson foi assassinado a tiros em junho de 2017 (Foto: Reprodução Facebook)

Laços de Família – Equipes da PF foram às ruas de 5 Estado nesta segunda-feira (25) para cumprir 210 mandados de prisão, apreensão e sequestro de bens. Até o fim da manhã, 21 pessoas haviam sido presas, 15 delas em Mato Grosso do Sul – 2 mulheres e 12 homens, sendo 2 presos temporários e 10 homens presos preventivamente.

Ainda segundo a PF, muitos dos alvos de mandados de prisão- preventiva já são presidiários, mais uma evidência da ligação do clã com facções criminosas que agem de dentro dos presídios do país.

Dos 15 pessoas, segundo o delegado Luciano Flores de Lima, superintendente da Polícia Federal de Campo Grande, sete devem ser levadas para a Penitenciária Federal da Capital, “após autorização do juiz responsável em conceder a vaga”, devido ao grau de periculosidade e participação no esquema. O subtenente será transferido para o Presídio Militar.

Durante o cumprimento dos 35 mandados de busca e apreensão, três pessoas foram presas em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. A PF só não detalhou também se os mesmos já eram alvos de mandados de prisão.

Para a Operação Laços de Família, foram expedidos no total 20 mandados de prisão preventiva, 2 de prisão temporária, 35 de busca e apreensão em residências e empresas, 136 de sequestros de veículos, 7 mandados de sequestro de aeronaves (helicópteros), 5 de sequestros de embarcações de luxo (incluindo o de um iate usado pelo PM considerado o cabeça do esquema e pela família dele para lazer) e 25 mandados de sequestro de imóveis (apartamentos, casas, sítios, imóveis comerciais).

Dez empresas, de fachada ou não e que foram identificadas como pessoas jurídicas que facilitava a lavagem do dinheiro oriundo do tráfico, foram fechadas por ordem da 3ª Vara Federal de Campo Grande. CGNEWS

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Metalúrgicos sienten la desaceleración de la economía nacional

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El sector metalúrgico registra un bajón en las ventas a con­secuencia de la desacelera­ción económica que experi­menta el país desde finales del año pasado, según Luis Vera, directivo del Centro de Industriales Metalúrgi­cos (CIME). El agremiado señaló que existen empre­sas que no llegan a las metas propuestas e incluso, algunas que cuentan con un balance negativo en el primer trimes­tre del año. Dijo que es difícil de precisar un porcentaje en cuanto al bajón del comer­cio, pero explicó que ronda el 20%.

Luis Vera.
Luis Vera.

El empresario explicó que la situación va de mal en peor porque no se avizora un pano­rama alentador a pesar de que está previsto para el segundo semestre del año un repunte económico del país. “Lo que pasa es que por más que vaya mejorando la economía tarda mucho en dar sus resultados y creo que si llega, será a finales de año o inicios del siguiente”, manifestó el representante del gremio metalúrgico.

Por su parte, Ramiro Var­gas Peña, gerente general de la empresa L’Acerie, dijo que el mercado está más estático que en épocas anteriores, por lo que tienen menos pedidos y eso repercute en materia eco­nómica. Explicó que actual­mente procesan unas 1.900 toneladas de acero al mes, por debajo de las expectativas que tenían como empresa, de llegar a las 2.500 toneladas al mes.

INDUSTRIA LOCAL

El presidente del Centro de Industriales Metalúrgicos (CIME), Ing. Carlos Oses, hizo hincapié en la defensa de la industria nacional y las exclusiones que experimen­tan los fabricantes locales a la hora de presentarse en obras emblemáticas que son licitadas.

Sostuvo que el Gobierno debe ser el impulsor de obras, prin­cipalmente de aquellas que se realizan en el Paraguay y de esa manera propiciar la mano de obra nacional.

Los representantes del sector coinciden que los bajos pre­cios de la materia prima, el acero, hace que otros produc­tos, principalmente de origen asiático, sean más competiti­vos que lo que se produce en el Paraguay. Oses dijo que actual­mente ingresan galpones pre­fabricados de origen chino con lo que es difícil de competir.

“Estos artículos ingresan como bienes de capital por lo que no pagan impues­tos; nosotros sí pagamos”, expresó.

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Gremios piden exonerar el IVA y selectivo al consumo a los turistas

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En la nota presentada a Hacienda y al Poder Ejecutivo, empresarios de ciudades fronterizas proponen dejar de aplicar ciertos tributos para poder enfrentar a tiendas francas del Brasil.

Alerta. En Ciudad del Este crece la preocupación por apertura de tiendas francas en Brasil.
Alerta. En Ciudad del Este crece la preocupación por apertura de tiendas francas en Brasil.

Gremios de comercio de Ciudad del Este, Pedro Juan Caballero, Salto del Guairá y Encarnación presentaron propuestas puntuales al Ejecutivo, a fin de poder competir favorablemente con las tiendas francas y duty free que el Brasil habilitará en todas sus ciudades fronterizas. Entre estas, aparecen dejar de cobrar el IVA y el selectivo al consumo (ISC) a los productos que compran los extranjeros, bajar la tasa para cargas aéreas de la Dinac, entre otras. (ver detalles en infografía de la página).

Los representantes de los gremios de comercio de frontera entregaron la semana pasada una nota al viceministro de Tributación, Fabián Domínguez, y al jefe de Gabinete del Ejecutivo, Julio Ullón, donde consignan un plan estratégico para contrarrestar los seguros efectos negativos de la inminente apertura de tiendas francas y duty free en ciudades fronterizas brasileñas,

Consideran de interés nacional realizar los cambios necesarios, “adelantándonos a los hechos para facilitar un escenario propicio para la protección de las cuantiosas inversiones del sector privado y público, generadoras de una enorme cantidad de mano de obra en el Paraguay”.

Puntualizan que decidieron resaltar la existencia de una nueva ley y su reglamentación referente a los duty free y las tiendas libres de Brasil, como una nueva realidad comercial que requiere analizar profundamente los cambios necesarios de las tasas de impuestos de las mercaderías importadas bajo el régimen de turismo, para poder seguir siendo competitivos.

PROPUESTAS. En cuanto al plan estratégico para competir con los referidos negocios brasileños que están próximos a ser instalados, los gremios de comercio de zonas fronterizas, entienden que Ciudad del Este debe tener las mismas condiciones y beneficios fiscales que tendrán los productos ofertados en tiendas francas del Brasil, como también en el duty free de Puerto Iguazú (Argentina).

Refiere que serán necesarias medidas de ajustes tributarios de algunos impuestos que se aplican en Paraguay y que consideran no corresponde hacerlos en este caso.

Afirman que no se debería aplicar los impuestos al valor agregado (IVA) y selectivo al consumo (ISC) cuando los productos sean adquiridos por los turistas extranjeros.

La nota también hace hincapié en reducir la tasa para cargas aéreas de la Dinac, que llega hasta a 2,60 por ciento, cuando en la región está solo en el orden del 0,40 por ciento.

Puntualiza que el escenario de Ciudad del Este y demás ciudades fronterizas del país deben permanecer atractivos y fortalecer su posicionamiento comercial. Subrayan que, a largo plazo, si se toman las medidas correctivas “permaneceremos como centros de compras convenientes para los millones de habitantes que vivimos y nos rodean”.

Seguidamente, requieren adecuaciones impositivas ante el nuevo escenario de competencia por parte de las tiendas francas en 32 ciudades fronterizas del Brasil, con quienes sin duda es muy fácil visualizar que perderán mercado.

A modo de ejemplo, señalan que hace 20 años Ciudad del Este recibía 1.000 transportes de ómnibus de compristas los fines de semana, pero estos hoy van a otros destinos a hacer sus compras como en el duty free de Puerto Iguazú, Argentina, o de San Paulo.

En la presentación subrayan que el Brasil ya tiene reglamentado que aplicará un impuesto del 3% a sus productos nacionales y 6% a los importados que se vendan en estas tiendas francas.

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Projeto de lei propõe acabar com a reserva legal em propriedades rurais

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Os senadores Flávio Bolsonaro e Marcio Bittar apresentaram, nesta semana, uma proposta de mudança que pode trazer grandes impactos no código florestal brasileiro 
Por CANAL RURAL

Os senadores Flávio Bolsonaro e Marcio Bittar apresentaram esta semana, um projeto de lei que propõe acabar com a reserva legal em propriedades rurais. De acordo com o código florestal, aprovado em 2012 depois de muita discussão, a área, cujo percentual varia de 20% a 80%, não pode ser desmatada. O comentarista Ricardo Alfonsin analisa a possível mudança, que já era consenso, dentro da bancada ruralista.

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