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Revalida em números

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O Revalida (Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira) é o exame obrigatório para o exercício da medicina no Brasil. Pode ser feito por brasileiros e estrangeiros graduados no exterior. Veja o mais recente resultado.

2016
1ª etapa: 6.541 participantes, dos quais 561 graduados no Paraguai. Graduados no Paraguai aprovados: 195.
2ª etapa: 1.531 aprovados. Graduados no Paraguai aprovados: 141.

2017
1ª etapa: 7.380 participantes, dos quais 937 graduados no Paraguai. A inscrição para a segunda etapa ainda não está disponível.
Fonte: MEC/INEP

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Movimentação aquece cadeia comercial

Denise Paro
Especial para o H2FOZ
Fotos e vídeos Marcos Labanca

Em Foz do Iguaçu, a movimentação estudantil trouxe reflexos para o mercado imobiliário. A demanda está em alta há três anos, e não há imóveis que atendam os estudantes, ou seja, apartamentos ou casas para alugar com um ou dois quartos de até R$ 1.000, diz o presidente do Secovi, Jilson José Pereira. “O aquecimento na locação é de 100% a 120% nos últimos três anos”, afirma.

Com a falta de imóveis adequados, os estudantes costumam alugar casas em conjunto, formando as chamadas repúblicas estudantis. De olho no mercado, os investidores de Foz do Iguaçu já estão projetando prédios com um ou dois quartos voltados a esse público.

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O aquecimento do mercado não se restringe a Foz do Iguaçu. Em Ciudad del Este, o valor do aluguel em áreas próximas a universidades está em alta devido à demanda. Há prédios nos quais a maioria dos moradores é de origem brasileira. Por isso, os investimentos em construção civil passaram a ser realidade na cidade vizinha.

O empresário Maurício Saltamartine está à frente de um empreendimento com 28 apartamentos situados no quilômetro 9 da Ruta Internacional, em Ciudad del Este. A obra, que começou há pouco mais de um mês, já está com mais de 30% dos apartamentos vendidos. “Nós estamos pensando em necessidades futuras não só de estudantes, mas um problema habitacional que vai ter daqui dez anos”, diz.

Os apartamentos de 36 m² e 45 m² já virão mobiliados com ar-condicionado, móveis de cozinha, lava-roupas, geladeira, camas e televisão. O aluguel custará cerca de US$ 350 mensais.

Outros setores que atendem à demanda estudantil são o de transporte e o de prestação de serviços. Inúmeras vans cruzam diariamente a Ponte da Amizade para levar alunos brasileiros a Ciudad del Este e Presidente Franco. Sites e blogues prosperam pela internet com informações sobre os cursos. Alguns estudantes criam canais e tornam-se youtubers para falar sobre as experiências de estudar Medicina no Paraguai e têm audiência considerável.

As iniciativas não param por aí. Em Foz do Iguaçu, há empresas que oferecem serviços de matrícula e auxiliam os estudantes a obter informações a respeito do curso, universidades, valores a serem pagos e documentação. Uma outra empresa, instalada recentemente em Foz, viu o filão de mercado e passou a oferecer cursos para o estudante se preparar para a prova do Revalida.
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Nem todas as universidades têm certificação de qualidade

A corrida de brasileiros para o outro lado da fronteira estimula a “educação de mercado”, ou seja, instituições mais interessadas em lucrar do que ensinar.

O Paraguai tem cerca de 54 universidades, das quais 46 são privadas. Não há no país uma estatística que mostre quantos cursos de Medicina estão em funcionamento, até porque nem todas ainda têm autorização oficial. Em Ciudad del Este são pelo menos cinco instituições, uma delas com duas unidades.

Para ser reconhecidos legalmente, os cursos precisam de aprovação do Conselho Nacional de Educação Superior (Cones). Somente com a habilitação o diploma tem valor legal (http://www.cones.gov.py/resoluciones/).

Um passo posterior à aprovação do Cones é o curso ser submetido à avaliação da Agencia Nacional de Evaluación y Acreditación de la Educación Superior (Aneaes). Para ter o reconhecimento da Aneases, o curso precisa ter uma turma formada e se submeter a uma análise diagnóstica que considera a carga horária, infraestrutura oferecida, titulação dos professores, entre outros itens. A maioria das 54 universidades do país não tem sequer um curso acreditado.

A acreditação da Aneaes é uma espécie de selo de qualidade na educação. No entanto a falta da acreditação não invalida o diploma dos cursos. O processo de acreditação não é obrigatório, mas os cursos que conseguem o selo da Aneaes ganham credibilidade – principalmente para os alunos egressos, que são vistos de modo favorável pelo mercado de trabalho. “A acreditação é um plus de qualidade”, confirma Adriana Pessoas, da Aneaes.

Outra vantagem dos cursos acreditados é o acesso garantido a recursos públicos, bolsas para alunos e professores e convênios com o governo para que os estudantes façam atividades práticas.

Atualmente, dez cursos de Medicina têm acreditação da Aneaes (http://www.aneaes.gov.py/aneaes/index.php/ct-menu-item-12/carreras-acreditadas).

No entanto há outras instituições, cujos cursos inclusive já foram autorizados pelo Conaes, que estão sob o processo de acreditação, contudo a Aneaes não divulga a lista.

Os brasileiros interessados em cursar Medicina no Paraguai precisam ficar atentos a todos os detalhes, inclusive ao marketing feito pelas instituições, em alguns casos agressivo. Em abril deste ano, a Universidad Sudamericana foi repreendida por usar na propaganda o logo da Aneaes. Entretanto a instituição ainda não é acreditada.

Entre 2006 e 2010, a Lei 2.529, conhecida como Lei Marco, permitiu a abertura indiscriminada de diversas faculdades no país, boa parte tendo políticos como proprietários. As faculdades irregulares prejudicaram cerca de oito mil alunos, que ficaram com diplomas inválidos. A lei foi revogada e, em 2016, foram fechados aproximadamente 50 cursos nas chamadas universidades de “garagem”, por não cumprirem requisitos básicos.

No site http://mifuturo.gov.py é possível averiguar a situação dos cursos.

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Minga Guazú.El Grupo Lunelli apuesta fuerte a la industria textil en Paraguay

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Ciudad del Este. Agencia Regional. LN

En el km 14 Monday, cerca del puente sobre el río del mismo nom­bre en Minga Guazú, se está construyendo lo que será la planta fabril del Grupo Lune­lli de Brasil, empresa de 37 años reconocida como refe­rente textil y en la moda ya sea como fabricante de telas como de prendas de vestir con marcas de prestigio como: Lunender, Lunelli, Lez a Lez, Alakazoo y Hangar 33.

Son 27 mil metros cuadrados de construcción que contem­plan la planta fabril, estruc­tura para tratamiento de agua, otra para tratamiento de efluentes, calderas, una serie de periféricos como le llaman ellos a los acceso­rios, explica el abogado Aldo Benítez, asesor jurídico de dos empresas del grupo en el país: Lunelli Textil Para­guay y Lunelli Industria Tex­til Paraguay. La edificación, a cargo de la Constructora Toda Paraguay SA, está asen­tada en un predio de 37 hectá­reas y las obras ya tienen un avance estimativo del 70%.

La fábrica se dedicará a la producción de telas de algo­dón. “Telas de algodón, van a traer hilos y van a fabricar las telas, van a teñir las telas, va haber un proceso de tintore­ría industrial también”, dijo el asesor jurídico. La inver­sión inicial será de 10 millo­nes de dólares autorizada por el Gobierno tras pasar por el proceso de aprobación de la Ley 60/90 y por el régimen de maquila. La fábrica empe­zaría a operar desde setiem­bre, según la estimación, con aproximadamente cien empleados en planta indus­trial, inicialmente. Dênis Lunelli es el accionista y pre­sidente de la empresa.

Con la instalación de la planta fabril en Minga Guazú, el Grupo Lunelli consolida su expansión en la región, ya que la empresa ya viene operando en el Parque Empresarial San Juan de Ciudad del Este, donde trabaja en dos galpones en la producción de prendas de vestir desde el 2014, según el sitio web del grupo. “Damos inicio a las actividades fuera de Brasil, expandiendo nues­tro parque fabril hacia el Paraguay, que ahora cuenta con una fábrica”, dice dentro del historial de la empresa.

ANTECEDENTE

“Es una empresa ya sólida en el Brasil y en Paraguay ya están yendo para el quinto año. Vinieron primero a ins­talar una pequeña unidad fabril con sesenta costureras en el Parque Empresarial San Juan, compraron máquinas localmente y comenzaron a fabricar ropa infantil bajo el régimen de industria nacio­nal; ese proceso maduró, fueron fortaleciéndose, hoy tienen allí alquilados dos gal­pones, 110 funcionarios más o menos, en 1.600 metros cuadrados”, relata el profe­sional como antecedente a la inversión que se concreta en el km 14 Monday.

La experiencia sirvió para hacer un ejercicio, poder entender los costos opera­tivos en Paraguay, madurar el proceso y dar un segundo paso, crear la segunda empresa, esta vez una fábrica de telas, señala Benítez.

En octubre del 2015, La Nación se hacía eco precisa­mente de la primera exporta­ción de Lunelli Textil Paraguay a Brasil, consistente en diez mil piezas aproximada­mente, según lo señalaba en esa ocasión Benítez. La uni­dad del km 14 Monday ope­rará en forma independiente de la existente en el Parque San Juan y los contratados serán nuevos.

CAPACITACIÓN A TÉCNICOS

El grupo empresarial invierte en la especialización de técnicos paraguayos. Desde hace un año, siete jóvenes paraguayos seleccionados para hacer un proceso de entrenamiento en la matriz están traba­jando en una fábrica de telas en la ciudad de Corupá, Santa Catarina; son todos ingenieros (electro­mecánicos, ingeniero de producción, ingenieros industriales, químicos industriales), que están siendo entrenados para que los cargos directivos en la empresa sean asumidos por paraguayos. Es lo que indicó el asesor jurídico Aldo Benítez.

Agregó que la idea del Grupo Lunelli es que desde los funcio­narios de planta hasta los jefes sean todos paraguayos. Son egresados de distintas universidades de Paraguay y una vez culminada la formación, vendrán a asumir los cargos de jefatura “porque apren­dieron allá qué es lo que tienen que hacer en una fábrica como esta”, señala.

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NDIRINDINDÍN EN REDES ¡De yuyera a modelo influencer!

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Raquel Rocco realiza producciones de fotos luciendo su cuerazo para hacer promociones en redes sociales.

Raquel Rocco, la yuyera luqueña que en su momento causó furor por estadazo, se volvió modelo influencer ra’e. La morocha ndirindindín ya hace producciones de fotos posando con marcas de ingredientes para comidas y remedios para el tereré.

Raquel dijo que pese a laburar como promotora no deja su puesto de yuyos en Luque.

La yuyera usa sus redes sociales al estilo Maga Páez para promocionar los productos.

Raquel dijo que a pesar de que anda siendo promotora en redes, por ahora no piensa dejar su puesto de yuyos.

Raquel, vimos que te volviste influencer, ¿dejaste tu puesto de yuyos?

–Aún sigo con mi puesto de yuyos, en el mismo lugar de siempre. Trabajo como influencer e imagen de una empresa porque vio mi historia de trabajo y superación en los medios y así fue como todo empezó. Trabajo como influencer y a la par en mis yuyos siempre porque me da platita al día eso y tengo mucha clientela.

Por ahora, Raquel no quiere volcarse de lleno a ser modelo he’i.

¿No pensás en dedicarte de lleno a ser influencer o modelo de marcas?

–Me gustaría, pero para eso estoy entrenando a full ahora. Tengo que estar en forma ja… ja…, tener más empresas, o sea más marcas para poder tener una buena entrada económica.

¿Hasta ahora te trae más ganancias tu puesto de yuyos?

–Síii. Yo hace 4 años que estoy y no dejo. Tengo una gran clientela formada que me trae mucha ganancia por eso yo renuncié a los trabajos que tenía antes. Trabajé mucho por Asunción al terminar el cole hasta que me decidí a ser una microempresaria. Quería tener algo propio mío. Nunca me gustó estar encerrada en un lugar o en la oficina y así fue como me animé.

La yuyera contó que quiere tener más cuerazo y anda descuereándose en el gimnasio.

¿Qué te dice tu clientela después de verte promocionando en redes?

–Lo que más me preguntan es: “¿Vos sos modelo ahora? Y me felicitan.

¿Qué les respondés? En algún momento algunas de las agencias de modelos te contactó para que trabajes con ellos?

–Sí, pero a mí no me gusta eso del modelaje. Solo me gusta hacer lo que hago ahora, ser influencer y aparte trabajo como promotora para eventos. CRONICA

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Ajuste tributario sería la clave para reactivar comercio fronterizo

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Ante la inminente instalación de tiendas libres de impuesto en Foz de Iguazú, comerciantes de Ciudad del Este buscan estrategias para enfrentar la situación. El objetivo es claro: mantenerse competitivos en precios, para no bajar sus ventas.

En los últimos tres años, la recesión se sintió en esta ciudad, a tal punto que cerraron unas 500 empresas, reconoció Said Taiyen, presidente de la Cámara de Comercio y Servicios de Ciudad del Este.

Entonces, la inminente instalación de esta zona franca, repercutirá aún más en el comercio si no se toman medidas que favorezcan al incremento del movimiento. Y justamente, la medida principal a tomar debe ser un ajuste tributario, que sea fijo para los productos.

Los impuestos que deben abonar los free shops son de 3% para productos nacionales y 6% para los productos importados, sobre el precio de venta. Mientras que en Paraguay existen impuestos que van desde el 6% hasta el 30%, y esto reduce las posibilidades de un precio competitivo, aseguró Taiyen.

“En estas condiciones nos sacarán ventajas, siendo que son una competencia directa. La instalación de estas tiendas presentará beneficios para el consumidor, porque las normativas previstas fijan impuestos bajos para productos de origen interno y externo”, explicó Taiyen.

Como medida, los miembros de la Cámara se reunieron con el viceministro de Tributación, Fabián Domínguez, para plantearle que se unifiquen las tasas en categorías (tal como se hace en los free shops), comentando que, si implementan esta medida, reactivarán el comercio fronterizo, por ende, recaudarán más.

“Al culminar la reunión con el viceministro Domínguez, nos comentaron que, en un plazo de unas tres semanas, estaremos reuniéndonos nuevamente para tratar la propuesta. Ojalá concretemos un acuerdo, que no solamente active el comercio de Ciudad del Este, sino el de todos los comercios de frontera”, expresó Taiyen.

Si esta normativa se aplica, también se beneficiarán los comercios de Encarnación, Salto del Guairá y Pedro Juan Caballero, recalcó.

Cota

La cota fijada en US$ 300 para compras hechas en el territorio nacional se mantiene fija, y al parecer no será modificada, según Taiyen.

Otro panorama

Si no se aprueba la propuesta, el comercio podría perder competitividad en sus precios, y registrar una merma del 60% al 80% en sus ventas, reveló.

“Esto afecta considerablemente a los trabajadores de los comercios, por lo que nos preocupa en demasía, porque cuando las ventas disminuyen considerablemente, se realizan ajustes que no son de nuestro agrado”, concluyó.

Fuente: Info Negocios


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