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Agronegócio

ARRENDA. 2.000 HAS EN SANTA ROSA AGUARAY

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Disponemos de 2.700 hectáreas mecanizada para soja en Santa Rosa del Aguaray . 850 kg/hts

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Agronegócio

Milho transgênico não provoca câncer em ratos

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Descoberta desmistifica o infame ‘pseudo estudo’ do biólogo molecular francês Gilles-Eric Séralini

Um estudo conduzido por 18 pesquisadores independentes de várias instituições técnicas da Europa concluiu que o consumo de milho NK603 resistente ao glifosato não tem efeitos adversos em ratos da linhagem Wistar Han RCC. Os resultados da investigação foram publicados nos anais científicos “Archives of Toxicology” (Arquivos de Toxicologia), no portal Springer Link.

Esta nova descoberta desmistifica o infame ‘pseudo estudo’ do biólogo molecular francês Gilles-Eric Séralini, segundo o qual o milho NK603 teria causado tumores em ratos de laboratório. Publicado na Revista Food and Chemical Toxicology (Toxicologia Alimentar e Química) em 2012, o trabalho foi desacreditado e banido da publicação científica em função de seus diversos erros de condução e conclusão.

Agora, um novo estudo foi financiado pela Comissão Europeia para testar a potencial toxicidade subcrônica e crônica, bem como a carcinogenicidade do milho NK603 através da realização de ensaios de alimentação de 90 dias e 2 anos. Desta vez, porém, todos os procedimentos seguiram as diretrizes da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) para testes de produtos químicos, bem como as recomendações da EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar) para testes de segurança de alimentos integrais e rações em animais de laboratório.

Os resultados mostraram que a alimentação do NK603 tratado com e sem glifosato não tiveram efeitos adversos nos ratos. Os pesquisadores apresentaram recomendações sobre a justificativa científica e o valor agregado dos ensaios de alimentação de longa duração no processo de avaliação de risco de plantas geneticamente modificadas.

Veja aqui o artigo científico: Lack of adverse effects in subchronic and chronic toxicity/carcinogenicity studies on the glyphosate-resistant genetically modified maize NK603 in Wistar Han RCC ratsFonte: Agrolink

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Agronegócio

La ganadería paraguaya tiene las condiciones de crecer en forma constante

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La ganadería paraguaya tiene las condiciones de crecer en forma constante

Carlos Pedretti, profesional agropecuario analizó para el Diario La Nación las oportunidades y amenazas de la ganadería paraguaya de cara al futuro. A continuación publicamos dicha nota:

“Es realmente preocupante no poder aumentar las fae­nas porque Paraguay tiene todas las condiciones para crecer en la producción. Tenemos el esquema y las condiciones naturales para la producción de forraje, que nos permitiría aumen­tar el hato y la producción ganadera.

Un país que tiene estas condiciones debería siempre estar creciendo en producción, en faena y en posibilidades de exporta­ción de carne, que es su pro­ducto estrella. Sin embargo, los índices de producción de la ganadería paraguaya no están aún a los niveles de otros países del Mercosur, por lo tanto vamos a seguir manteniendo este nivel de faena. Esto tiene sus efectos y estamos dejando de obte­ner más ingresos de divisas por una merma de la produc­ción, que obviamente tiene sus razones.

En relación a las perspecti­vas del hato ganadero, las­timosamente van bajando gradualmente. La capaci­dad instalada de la industria es de aproximadamente 3 millones de cabezas por año de faena y nosotros estamos en un nivel de faena de casi dos millones de bovinos en frigoríficos. Faenamos a un nivel del 60% de la capaci­dad industrial y el hato va bajando porque el ganadero debe hacer frente a sus altos costos de producción y la baja de precios obliga a ven­der hembras para pagar los compromisos financieros. En este aspecto deberíamos de buscar acuerdos u opcio­nes de financiación en los que el Gobierno debe parti­cipar. Sería la forma en el que el ganadero obtenga crédi­tos de producción en la que el Gobierno participe a través de acuerdo con los bancos. El ganadero tiene que tener las hembras en producción y no enviarlos a faena.

Hoy en día, el factor de pre­cios está aquejando a los pro­ductores. Esto se da por una falta de mercados que permi­tan colocar nuestra carne de forma más ventajosa.

No tenemos acceso a los mer­cados premium y la percep­ción de los clientes en los mercados en que ya estamos como, por ejemplo, Chile, es que la carne paraguaya es de inferior calidad a la carne de Uruguay y Argentina. Nece­sitamos priorizar y tener una mejor definición de la cali­dad. No es todo marketing y lo importante es que los pro­cesos sean realmente bien controlados por el servicio veterinario oficial y que el Senacsa pueda garantizar el producto. Necesitamos una injerencia plena del servicio y su solidez es el elemento que da la garantía de la cali­dad del producto que esta­mos exportando.

Tenemos que tener una certificación y controles bien específicos y concre­tos del Senacsa. Año a año se va mejorando en este aspecto, pero hay que seguir poniendo el foco. Uruguay llegó a los mercados pre­mium por tener los contro­les y por una injerencia orde­nada del sector privado. Esto se da a través del instituto de la carne del Uruguay que audita, controla y organiza todos los estamentos y los eslabones de la cadena de la producción de carne.

Con esto se puede lograr mejor calidad en todas nues­tras gestiones y que se pue­dan proyectar al mundo. Paraguay debería ser un ejemplo como Uruguay por­que tiene todas las condicio­nes. Paraguay debe lograr un compromiso pleno entre productores, el servicio vete­rinario oficial y los frigorífi­cos para la creación del ins­tituto de la carne”.

Fuente: La Nacion

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