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Saiba como produzir mais soja, gastar menos e evitar erosões e ervas daninhas

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Pesquisador da Embrapa ressalta que apenas 10% de todo o país faz manejo com rotação de culturas corretamente e destaca os ganhos que a técnica traz

Daniel Popov, de São,Paulo
Quase todo o produtor brasileiro garante fazer uso da técnica de plantio direto em sua propriedade. Só que a realidade não mostra isso. O pesquisador da Embrapa Henrique Debiasi acredita que apenas 10%, ou menos, faz a rotação de culturas (ao invés da sucessão soja/milho/trigo). O resultado? Baixas produtividades, erosões e invasão de pragas e doenças.

“Acredito que apenas uns 10% dos produtores do país usem o sistema plantio direto como a pesquisa preconiza. Se perguntar, a maioria diz que faz o plantio direto, mas na verdade poucos seguem a risca o manejo correto. Esse montante, se bobear, pode ser até menor. Estou sendo otimista”, destaca ele.

Segundo Debiasi, o resultado dessa baixa adoção do sistema em sua plenitude, com a rotação de culturas, mínimo revolvimento do solo e cobertura permanente da superfície do solo, é a quantidade de relatos de erosão em todo o Brasil. “Mesmo em áreas planas isso está acontecendo. O Paraná, que já foi um estado exemplar nos cuidados com o solo, já perdeu essa qualidade e, os casos por lá estão se multiplicando”, ressalta.

Outro problema relatado é a limitação da produtividade. Para o pesquisador, as cultivares que existem no Brasil hoje poderiam render uma produtividade muito maior e com redução de custos. Algumas regiões estão gastando quase R$ 50 por saca para produzir soja.

“Por isso, um bom manejo do solo, além de contribuir para uma melhor produtividade, traz redução nos custos, o que melhorará a rentabilidade”, garante.

Debiasi destaca o papel da matéria orgânica no solo, que só com a rotação de culturas e manejo é que se consegue um resultado adequado. “Isso não vem em uma bag, é preciso produzi-la. Observamos que é possível aumentar de 12 a 15 sacas de soja a cada 1% de matéria orgânica acrescentada. Sem falar que isso ainda irá gerar uma economia no uso de adubo fosfatado”, explica ele.

Um fato destacado por Debiasi é que o produtor precisa ter planejamento e visão de sistema, que nada mais é do que uma percepção a longo prazo de todas as práticas e produções. “Pode até sair menos caminhões carregados com milho da lavoura, se ele plantar uma parte com outra cultura. Mas, isso é a curto prazo. Lá na frente, o valor que se ganhará com redução de custos e produtividade, compensam essa perda inicial. E depois de realizado, o produtor só terá ganhos”.

Ele garante que isso não é uma suposição ou estimativa, já que as pesquisas comprovaram os ganhos. “Isso não é achismo. Nós testamos tudo, fizemos experimentos e os resultados foram de R$ 200 a R$ 300 a mais por hectare de lucro. Isso mantendo a soja na safra verão e, no inverno, ao invés de se fazer apenas o milho, trigo ou pousio, coloca-se braquiária ou milheto”, explica.

Veja como foi o Fórum Soja Brasil
Além da manutenção da matéria orgânica no solo, a palestra do pesquisador também deu ênfase a importância do enraizamento no sistema. “Não da soja, mas sim das demais plantas que compõem o sistema de plantio direto. Temos pesquisas aqui na Embrapa que comprovam que a raiz da braquiária é mais importante que a própria cobertura, já que ela melhora a parte física do solo, aumentando a infiltração e retenção de água”, garante Debiasi.

Segundo ele, em comparação ao pousio (quando não tem nada na área), que ainda é uma realidade em muitas áreas, como no Matopiba, observou-se que a produtividade dobrou usando a braquiária. “Na verdade não aumentou a produtividade, deixou de perder apenas, já que o pousio não traz nada de bom para aquela área. Deste incremento, 70% foi trazido pelas raízes e 30% pela palha”, conta.

Esse manejo ideal, com enraizamento, palha e diversificação também traz uma boa economia com herbicidas, garante o pesquisador. “O produtor chega a economizar R$ 130 por hectare, só pela redução da buva e do capim amargoso. Isso porque essas plantas daninhas precisam de luz para se desenvolver e como a braquiária deixa muita palhada, as invasoras não tem o melhor ambiente para germinar e se fortalecer. Isso em tempos de resistência é um ganho inestimável”, ressalta.
http://www.projetosojabrasil.com.br

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Milho transgênico não provoca câncer em ratos

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Descoberta desmistifica o infame ‘pseudo estudo’ do biólogo molecular francês Gilles-Eric Séralini

Um estudo conduzido por 18 pesquisadores independentes de várias instituições técnicas da Europa concluiu que o consumo de milho NK603 resistente ao glifosato não tem efeitos adversos em ratos da linhagem Wistar Han RCC. Os resultados da investigação foram publicados nos anais científicos “Archives of Toxicology” (Arquivos de Toxicologia), no portal Springer Link.

Esta nova descoberta desmistifica o infame ‘pseudo estudo’ do biólogo molecular francês Gilles-Eric Séralini, segundo o qual o milho NK603 teria causado tumores em ratos de laboratório. Publicado na Revista Food and Chemical Toxicology (Toxicologia Alimentar e Química) em 2012, o trabalho foi desacreditado e banido da publicação científica em função de seus diversos erros de condução e conclusão.

Agora, um novo estudo foi financiado pela Comissão Europeia para testar a potencial toxicidade subcrônica e crônica, bem como a carcinogenicidade do milho NK603 através da realização de ensaios de alimentação de 90 dias e 2 anos. Desta vez, porém, todos os procedimentos seguiram as diretrizes da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) para testes de produtos químicos, bem como as recomendações da EFSA (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar) para testes de segurança de alimentos integrais e rações em animais de laboratório.

Os resultados mostraram que a alimentação do NK603 tratado com e sem glifosato não tiveram efeitos adversos nos ratos. Os pesquisadores apresentaram recomendações sobre a justificativa científica e o valor agregado dos ensaios de alimentação de longa duração no processo de avaliação de risco de plantas geneticamente modificadas.

Veja aqui o artigo científico: Lack of adverse effects in subchronic and chronic toxicity/carcinogenicity studies on the glyphosate-resistant genetically modified maize NK603 in Wistar Han RCC ratsFonte: Agrolink

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