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Em três anos, 341,6 mil empresas foram fechadas no Brasil

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Em três anos, 341,6 mil empresas foram fechadas no Brasil, aponta IBGE
Do total de empresas fechadas entre 2013 e 2016, 76,8% eram voltadas ao comércio. No mesmo período, mercado perdeu 3,7 milhões de vagas de trabalho e o salário encolheu 0,7%.

Comércio foi o segmento que registrou o maior número de empresas fechadas entre 2013 e 2016, segundo o IBGE (Foto: TV Integração/Reprodução)

Em meio à crise econômica, o Brasil teve 341,6 mil empresas fechadas em três anos. O comércio foi o segmento mais afetado, com 262,3 mil empresas fechadas neste período. É o que apontam as Estatísticas do Cadastro Central de empresas divulgadas nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, em 2016 havia pouco mais de 5,05 milhões de empresas ativas no país, o que representa uma queda de 6,3% na comparação com 2013, quando o número total de empresas ativas chegava a cerca de 5,4 milhões.

Do total de empresas fechadas neste período, 76,8% eram do segmento comercial. Segundo o IBGE, em 2013 havia 2,2 milhões de empresas voltadas ao comércio e em 2016 este número caiu para 1,94 milhão – uma queda de 11,9%.

Depois do comércio, em números absolutos, a indústria de transformação foi o segmento empresarial que mais fechou empresas no período – foram 37,6 mil fechamentos, o que corresponde a uma queda de 8,4%. O segmento de alojamento e alimentação aparece em terceiro lugar, com 15,6 mil empresas fechadas de 2013 a 2016, uma redução de 4,8%.

Alguns segmentos, no entanto, registraram aumento no número de empresas. No ramo da educação, foram 42,3 mil empresas a mais de 2013 a 2016 – uma alta de 32,6%. As empresas voltadas à saúde humana e serviços sociais tiveram incremento de 30,2 mil unidades no mesmo período, um amento de 18,9%. Já as atividades imobiliárias registraram acréscimo de 15,3 mil empresas –22,3% a mais.

Com o fechamento das empresas, o total de empregados no setor empresarial caiu em 6,8% entre 2013 e 2016, o que representa um contingente de 3,7 milhões de trabalhadores.

Salário menor
Ainda de acordo com a pesquisa do IBGE, o salário médio mensal, em termos reais, sofreu redução de 0,7% de 2013 a 2016 no país. Em 2016, o salário médio mensal pago pelas empresas era de R$ 2.661,18, enquanto em 2013, considerando a inflação do período, este valor era de R$ 2.680,61.

Segundo o IBGE, se manteve em 2016 a diferença salarial entre homens e mulheres. Naquele ano, eles tinham salário médio mensal de R$ 2.895,56, e elas, R$ 2.368,98. Assim, o salário dos homens era 22,2% maior que o das mulheres.

O IBGE destacou que, em 2016, os menores salários médios foram pagos por empresas dos segmentos de alojamento e alimentação (R$ 1.363,30), atividades administrativas e serviços complementares (R$ 1.652,44) e comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (R$ 1.753,80) – respectivamente 48,8%, 37,9% e 34,1% abaixo da média. Estas três atividades respondiam por 33,3% do pessoal ocupado assalariado naquele ano.

Já os maiores salários médios mensais foram pagos por empresas dos segmentos de eletricidade e gás (R$ 7.263,19), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (R$ 5.916,33) e organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais (R$ 5.033,15) – respectivamente 173%, 122,3% e 89,1% acima da média.

Juntas, estas três atividades absorviam em 2016 apenas 2,5% do total do pessoal ocupado assalariado no país.

O IBGE destacou que o valor do salário tem relação direta com o porte da empresa – quanto maior o porte da empresa, maior o salário. Os maiores salários médios mensais (R$ 3.420,71) eram pagos por empresas com 250 ou mais pessoas ocupadas. Já os menores salários médios mensais (R$ 1.463,81) eram pagos por empresas que tinham até nove pessoas ocupadas.

Outra disparidade salarial apontada pelo IBGE está relacionada à escolaridade do trabalhador. Aqueles com curso superior recebiam salário médio mensal de R$ 5.507,82, enquanto para aqueles sem nível superior a média salarial mensal era de R$ 1.866,89 – uma diferença de 195%. G1

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Mujer publicó por error su video erótico en redes

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BULGARIA. Hay que tener cuidado con lo que se sube en redes sociales, para muestra vale un botón, ya que una mujer por error publicó en Facebook un video erótico dedicado a su esposo, perdió a su familia luego de que el clip se hiciera viral al ser compartido por varios usuarios.

Al estar su esposo lejos por cuestiones de trabajo, la mujer decidió grabar el video erótico para enviárselo a su esposo, quien en ese momento residía en Inglaterra; sin embargo, algo salió mal y por error se fue directo a su red social.

La mujer, originaria del pueblo de Valkosel, en la ciudad de Túhovishta, al suroeste de Bulgaria, le pareció extraño que su esposo no respondiera a tan explícito video, por lo que investigó, hasta que se dio cuenta de la metida de pata, así que lo borró de su red social, pero tarde, pues el video ya había sido compartido.

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#ÚltimoMomento Cae puente en #NuevaLondres

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El hecho ocurrió en la tarde de este domingo en la compañía La Novia de la ciudad de Nueva Londres, departamento del Caaguazú, donde cayó el puente.

Según informan los lugareños al medio ovetense Prensa 5 , un camión de gran porte habría cruzado el puente de madera que cayó en el lugar, el conductor del camión salió ileso del percance.

Fuente y Fotografías: Página PRENSA 5 DIGITAL.

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En el marco de su aniversario, Encarnación presentó el Plan Estratégico Turístico

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llí, dijo presente el director de la Agencia Posadas Turismo, de la Municipalidad de Posadas, Ariel Kremar.

El Consejo Consultivo de Turismo de la ciudad de Encarnación, presentó eel Plan Turístico para la capital de Itapúa, para los próximos cuatro años, en medio de una puesta en escena que contó con la presencia de autoridades nacional del vecino país, empresarios e invitados especiales, como el caso del director de turismo de Posadas.

Vale resaltar que la base de este Plan fue el programa “Encarnación Más” y el plan Maestro de la Secretaría Nacional de Turismo como un trabajo en conjunto para la realización fehaciente de la misma, analizando todas las aristas (económica, social, turística, cultural, entre otros).

El plan estratégico congregó a los diferentes secretarios turísticos del departamento así también la colaboración de los prestadores de servicios del sector público y privado, alumnos de universidades, becarios que realizaron las encuentras para el mejor desarrollo de la estrategia.

El objetivo es analizar las diferentes situaciones que se vive en el mercado turístico para seguir posicionando a la ciudad Encarnación, como el destino más elegido del país.

Al termino de la reunión Kremar dialogó con PRIMERA EDICIÓN y relató: “fuimos invitados a la presentación de este Plan Estratégico para sumar a la integración de las ciudades vecinas y hermanas como los son Posadas y Encarnación, del lado paraguayo”.

Además, añadió que “es un interesante Plan que seguramente vamos a colaborar y ser parte con la vecina orilla as futuro. Además ya comenzamos a vivir lo que serán las celebraciones por los 404 años de Encarnación que se celebrarán la semana que viene”.

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