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Enchentes nos EUA destroem silos e travam logística no Corn Belt

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O Meio-Oeste e as Planícies norte-americanos têm sido duramente castigados nos últimos dias por conta das chuvas intensas que chegam à regiões. Os estados de Nebraska, Iowa, Missouri, Kansas e as Dakotas foram alguns dos mais afetados, registrando inundações capazes até mesmo de destruir silos cheios de grãos. Os prejuízos ainda estão sendo contabilizados. 

E os mapas atualizados do NOAA – o serviço oficial de clima do governo dos Estados Unidos – mostram a continuidade de problemas e de chuvas em excesso nos períodos dos próximos 6 a 10 e 8 a 14 dias. No mapa abaixo, de 18 de março, os pontos em laranja mostram inundações leves; os vermelhos inundações moderadas e os roxos, intensas. 

Mapa das enchentes EUA

Há centenas de rodovias e ferrovias cobertas pela água, silos e outras estruturas completamente destruídas em fazendas de importantes estados produtores do Corn Belt, animais lutando para sobreviver e os produtores norte-americanos se preparando, prestes a darem início ao plantio da safra 2019/20. 

Até este momento, segundo a mídia norte-americana, as enchentes já causaram a morte de aos menos três pessoas e de um número ainda não sabido de animais, além de terem desabrigado centenas de pessoas. Todo o sistema logístico local, é claro, está comprometido e completamente parado. 

As imagens a seguir, colhidas no Twitter, mostram alguns pontos de alagamento e das perdas visíveis. Trata-se da pior enchente nos Estados Unidos em quase 130 anos. 

Enchente em Nebraska - EUA - Março 2019
Enchente em Nebraska - EUA - Março 2019
Enchente em Nebraska - EUA - Março 2019
Enchente em Nebraska - EUA - Março 2019
Enchente em Nebraska - EUA - Março 2019

Além das propriedades rurais, os elevados níveis da água têm prejudicado de forma também bastante severa diversos setores da agroindústria. A multinacional ADM – uma das maiores do mundo no setor – fechou as portas de sua planta de etanol em Columbus/Nebraska, ainda sem data para a reabertura, segundo noticiou o portal internacional Farm Futures. 

“Neste momento, não temos ferrovias ou rodovias que permitam o acesso ao local por conta do alto nível da água. Não temos agora sequer estimativas de quando poderemos voltar às operações normais”, disse Chris Cuddy, presidente das soluções em carboidrato da ADM em uma declaração feita nesta segunda-feira por email. 

O excesso de chuvas dias antes do início da primavera não é incomum nos EUA, principalmente nesta área, porém, as cheias deste ano trazem algumas particularidades inéditas, segundo o especialista Mike Steenhoek, diretor da Soy Transportation Coalition. 

“1. O Meio-Oeste e as Planícies receberam volumes recordes de neve neste inverno; 2. o frio extremo e as temperaturas abaixo de congelantes que ainda persistem mantêm a neve concentrada; 3. as temperaturas baixas e abaixo de zero se estenderam até mais tarde do que o normal; muitos acres já estavam saturados pela umidade alta de 2018”, explica Steenhoek. 

E tais problemas não deverão se resolver nos próximos dias, mantendo todo o complexo rural destes locais comprometido e pressionado. O tráfego de barcaças pelas hidrovias americanas – um dos principais modais para o transporte de grãos do país  – também está comprometido. 

Como explica o analista sênior de grãos do Farm Futures, Bryce Knorr, a situação pode se agravar com “o clima que está mudando, ficando ainda mais úmido, mas com temperaturas acima do normal para o período, provocando o derretimento de toda essa neve. Além disso, precipitações também deverão ficar acima da média nesta próxima semana”. 

Os especialistas afirmam, porém, que ainda é cedo para dizer que essas condições no quase início da primavera norte-americana já são certeza de um comprometimento da safra 2019/20. O alerta, porém, está dado e será preciso acompanhar como serão as condições daqui em diante. 

Logística x Prêmios

Com todo o sistema logístico comprometido nestas regiões do Corn Belt, os prêmios pagos aos grãos norte-americanos mostraram alguma mudança, ainda de acordo com Bryce Knorr. Há produtores, inclusive, tentando garantir alguma oportunidade de melhores negócios onde os preços melhoraram em função dessa situação e onde o transporte não foi tão duramente afetado. 

Com a redução das barcaças disponíveis para a movimentação dos grãos, os prêmios subiram em alguns terminais, como em Saint Louis/Missouri e Clinton/Iowa. O movimento, entretanto, não foi generalizado.

De acordo com o Relatório Semanal de Transporte de Grãos do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), na semana encerrada em 9 de março, apenas 486 barcaças foram descarregadas na área de New Orleans, a menor desde junho de 2017. A média das últimas quatro semanas, como mostra o boletim, ficou 21% abaixo da média dos últimos três anos. 

Há muitos pontos do rio Mississipi, um dos principais no transporte de grãos dos EUA, onde o nível da água subiu surpreendentemente e travou toda a logística. As poucas horas de luz do dia, ainda segundo Knorr, é outro agravante. 

“Os ventos fortes, a neve e as inundações impediram que a maioria dos elevators (terminais recebedores de grãos) se preocupasse em encontrar vendedores”, disse o analista. 

Prêmios do Milho nos EUA

Movimento dos prêmios do milho nos EUA – Fonte: Farm Futures

No mercado disponível da soja, as reações foram bastante semelhantes. Enquanto os prêmios se fortaleceram em algumas regiões, perderam valor em outras, mesmo com toda essa complicação na logística. 

“Um grande volume de vendas ainda não firmadas e o movimento mais lento de produtos para o Golfo agora pode ajudar a fortalecer os prêmios, pelo menos pontualmente. Os valores, porém, seguirão pressionados diante dos altos estoques ainda disponíveis nos EUA”, explica Knorr. 

Prêmios da Soja nos EUA

Movimento dos prêmios da soja nos EUA – Fonte: Farm Futures

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Veja o que pode mexer com os preços da soja na próxima semana

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As atenções seguem voltadas para a China, não só pelas negociações com os Estados Unidos, mas também por uma possível diminuição da demanda de soja, devido os casos de gripe suína.

Após uma semana bastante ruim para os preços no Brasil, a semana deve começar com nova pressão sobre os valores. Principalmente devido ao abate de porcos na China, devido a gripe suína. Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na próxima semana. As dicas são do analista de Safras & Mercado, Luiz Fernando Gutierrez.

  • Chicago mantém as atenções voltadas para os novos capítulos da guerra comercial entre Estados Unidos e China. Sinais de demanda pela soja dos Estados Unidos e o clima sobre o cinturão produtor norte-americano também ficam em foco. Além disso, o mercado começa a analisar com maior atenção os problemas com o rebanho de suínos da China, que vem sofrendo grandes perdas diante do avanço da febre suína africana.
  • A nova rodada de negociações entre representantes do alto escalão dos governos dos EUA e da China, que deverá ocorrer entre os últimos dias de abril e primeiros dias de maio, pode trazer novidades importantes após vários dias de “marasmo”. É possível que a data para o encontro dos presidentes Donald Trump e Xi Jinping seja marcada, e que neste encontro o esperado acordo comercial seja assinado. Boatos indicam que este encontro ocorrerá ainda em maio, aproveitando uma visita já agendada do presidente americano ao continente asiático. Enquanto aguarda por novidades, Chicago deve continuar pressionado.
  • O mercado também espera que novas compras de soja americana por parte da China sejam anunciadas, embora não haja indicações fortes de que isso irá ocorrer. Este fato, ocorrendo, pode trazer algum fôlego pontual no curto-prazo. Não ocorrendo, o mercado pode perder um pouco mais de terreno.
  • O clima no cinturão produtor norte-americano continua não sendo favorável para a semeadura de milho. A tendência é que a umidade permaneça por mais alguns dias em boa parte dos estados, atrapalhando os trabalhos de plantio. Tal fato pode culminar em uma menor transferência de áreas de soja para o milho, elevando o potencial produtivo da nova safra da oleaginosa, sendo mais um fator negativo para Chicago. Apesar disso, se o panorama climático sobre o cinturão não for positivo após a semeadura da soja, o movimento poderá ser inverso, trazendo algum fôlego para os contratos futuros frente à possíveis perdas produtivas.
  • O avanço da febre suína africana na China começa a chamar a atenção do mercado. O sacrifício de suínos cresce dia após dia, e há dúvidas sobre o tamanho do mesmo. Os players devem acompanhar de perto as notícias vinda do país asiático. A queda no rebanho chinês pode trazer um impacto negativo importante na demanda chinesa por soja em grão, impactando diretamente Chicago. Atenção a este fator.


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Expertos vinculan la falta de atención en niños con excesivo uso de pantallas

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El consumo de contenidos a través de las pantallas superior a dos horas diarias en niños menores de cinco años ha sido vinculado con un mayor riesgo de sufrir problemas de atención.

“ Encontramos que los niños que usan más de dos horas de tiempo de pantalla al día tenían significativamente más problemas de conducta entre los niños de cinco años ” , explicó el autor principal de un nuevo estudio, Piush Mandhane, de la Universidad de Alberta, en Canadá.

Mandhane y sus colegas analizaron datos del estudio de cohorte de nacimientos “ Healthy Infant Longitudinal Development ” (CHILD) , basado en la población canadiense, para determinar las asociaciones entre el tiempo de uso de pantallas y los resultados de comportamiento a la edad de cinco años.

Los padres informaron del tiempo total de pantalla de su hijo, incluyendo los videojuegos y dispositivos móviles, y completaron la lista de verificación de comportamiento infantil cuando el niño tenía cinco años.

El tiempo medio de uso de pantalla fue de 1,4 horas por día a los cinco años y de 1,5 horas por día a los tres años. En comparación con los niños que usaron la pantalla menos de 30 minutos al día, el 13,7 % que la utilizó más de dos horas tenía cinco veces más probabilidades de reportar problemas de comportamiento “ clínicamente significativos ” y era 5,9 veces más probable que padeciera problemas de falta de atención.

Además, los menores con más de dos horas de pantalla al día tenían un riesgo 7,7 veces mayor de cumplir con los criterios para el trastorno por déficit de atención o hiperactividad.

Según los autores, los hallazgos indican que la etapa preescolar puede ser un período “ crítico ” para educar a los padres y las familias sobre cómo limitar el tiempo frente a la pantalla y alentar la actividad física.

“Cuanto más tiempo pasaban los niños haciendo deportes organizados, menos probabilidades tenían de exhibir problemas de comportamiento”, anotaron los autores.

En sus conclusiones, los investigadores sentenciaron que los resultados de este estudio “apoyan un comienzo activo para niños que se traduzca en el tiempo de pantalla reemplazado por deportes” . 

  • abc
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Cucho no quiere saber nada de las cueronas

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No estaría celoso de que la modelo Jazmín Mernes le presente supuestamente churros a Azu Medina. Según su abogado, Reinaldo Cabaña está feliz con su doña y no le da importancia a los escándalos.

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Cucho y su patrona. Su  abogado dijo que  el supuesto narco solo tendría ojos para sus esposa.
Cucho y su patrona. Su  abogado dijo que  el supuesto narco solo tendría ojos para sus esposa.

Cucho Cabaña no quiere saber nada de las modelos, según comentó su abogado Pedro Wilson Marinoni, luego de los escándalos que surgieron en torno a su supuesta relación sentimental con la periodista sexy Fátima Gauto, y su presunta aventurita con Azu Medina.

La última polémica relacionada con Reinaldo fue la supuesta investigación publicada por Teleshow, donde se vinculaba a Azu con la prostitución VIP y según comentaron en el programa, fue Jazmín Mernes quien le estaría presentado churros platudos a la rubia.

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No sabe quién es. El abogado de Cucho Cabañas, Pedro Marinoni contó que su defendido no conoce a Jazmín Mernes (derecha) y no sabe por qué se puso a hablar de él. Ahora, el presunto narco está concentrado en mantener su familia unida.

La morena de Polémica en el Bar desmintió todo y dijo que la supuesta investigación se trataría de una maniobra de Cucho, para mancharla, tanto a ella como a Azu, ya que estaría celoso porque su exnovia está conociendo nuevos amigos.

Pero Cabaña no le da importancia y no sabe porqué Jazmín Mernes comenzó a hablar de él, expresó su abogado.

“Según él ni sabe quién es esa señorita, (Mernes). Él está feliz con su señora e hijos y en otra cosa no piensa”, señaló el defensor de Reinaldo.

En familia

Reinaldo solo tiene cabeza para su familia, afirmó su representante legal. Además, destacó que Cabaña pudo estar junto a su esposa, Gloria Rossana López Ramírez, durante todo el Jueves Santo. “Pasó con él la última cena su señora. A sus hijos les ve más seguido los fines de semana”, expresó Marinoni.

Mimitos

El abogado aseguró que su cliente tiene autorización para pasar la noche con su amada esposa y darse algunos cariñitos una vez al mes, “Tiene autorización judicial para estar en las privadas con su señora un fin de semana por mes”, contó.

¿Nuevos churros?

Fátima Gauto Supuesta amante de Cucho Cabaña.

Fátima Gauto Supuesta amante de Cucho Cabaña.

Por su parte Fátima Gauto posteó un hermoso anillo que recibió como regalo con una tarjeta que decía, “Eres mi nuevo aire”. Aparentemente ya está saliendo con un nuevo churro. Luego de que Cucho Cabaña negara conocerla, a pesar de haber pedido que le prohibieran la entrada a Tacumbú a pedido suyo. Mientras que, según Jazmín Mernes, Azu Medina está saliendo más y conociendo a más personas.

Azu Medina Exchuli de Cucho Cabaña.

Azu Medina Exchuli de Cucho Cabaña.

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