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Soluções para a greve impactam 2019, dizem especialistas

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As consequências podem ir além do mercado financeiro e atingir a economia real, inclusive as taxas de inflação e os juros

Reduções de tributos, subsídios, reserva de mercado. As medidas apresentadas para tentar pôr fim à greve dos caminhoneiros poderão agravar o rombo nas contas públicas e ampliar as incertezas em relação à recuperação econômica. A avaliação é de especialistas ouvidos pela reportagem, para os quais o pacote tem efeito somente no curto prazo e deixará uma herança complicada para 2019. As informações são da Agência Brasil.

Segundo os economistas, os investidores interpretaram as mudanças temporárias na política de preços da Petrobras como intervencionismo, o que levou às ações da companhia a cair quase 15% nos últimos dias. As consequências, no entanto, podem ir além do mercado financeiro e atingir a economia real, inclusive as taxas de inflação e os juros.

“O preço dos alimentos disparou. Os combustíveis aumentaram significativamente nestes dias, e o custo será repassado para os demais preços da economia lá na frente, num efeito cascata”, diz a professora de economia Virene Matesco, da Fundação Getulio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro. Segundo ela, o governo deveria ter exigido o fim da greve antes de atender as reivindicações dos caminhoneiros.

De acordo com a professora, as projeções de crescimento da economia este ano, que estavam em torno de 2,5%, podem cair. “Por causa da fragilidade econômica brasileira, os impactos tendem a se alastrar para o ano que vem.”

+ Pelo menos 14 aeroportos registram falta de combustível, diz Infraero

REFORMAS URGENTES

Professor do Ibmec do Rio de Janeiro e economista da Órama Investimentos, Alexandre Espírito Santo diz que o problema maior vai ficar para 2019. “O próximo governo terá uma dor de cabeça a mais. Cada gasto adicional este ano complicará o cumprimento do teto de gastos no próximo. Se o próximo governo não fizer minimamente as reformas da Previdência e tributária, vai ter shutdown [interrupção] em muitos ministérios no próximo ano”, adverte.

Até agora, as medidas anunciadas pelo governo têm impacto fiscal de R$ 7,5 bilhões a R$ 7,9 bilhões neste ano. Desse total, de R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões referem-se à redução a zero da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre o diesel e R$ 4,9 bilhões dizem respeito às transferências do Tesouro Nacional para subsidiar o congelamento do preço do combustível pela Petrobras.

A conta pode aumentar em mais R$ 9 bilhões caso o Senado aprove a redução do PIS/Cofins para o diesel. Os estados também deixarão de arrecadar com a antecipação da mudança da base de cálculo do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), mas o impacto não será uniforme porque as alíquotas variam entre cada unidade da Federação.

Especialista em combustíveis e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires defendeu que o governo optasse pela diminuição temporária da Cide, do PIS/Cofins e do ICMS, com a condição de que os tributos voltassem ao normal assim que o preço do petróleo caísse no mercado internacional.

“O impacto nas contas públicas seria bem parecido com o do modelo atual, mas com a vantagem de que o preço cairia apenas na bomba, sem afetar a política de preços da Petrobras”, diz. Segundo Pires, o intervencionismo na companhia terá consequências além da queda das ações e poderá dificultar as vendas de refinarias da estatal no Sul e no Nordeste, previstas para este ano.

GOVERNO

A equipe econômica discorda dessas projeções pessimistas. Ao anunciar as medidas, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, reconheceu que a greve dos caminhoneiros pode ter impacto relevante no Produto Interno Bruto (PIB), caso o movimento persistisse. Segundo ele, as desonerações não terão impacto nas contas públicas porque a Lei de Responsabilidade Fiscal obriga o governo a definir a fonte de recursos que compensarão a perda de arrecadação.

Sobre as transferências do Tesouro para cobrir os prejuízos da Petrobras, o ministro disse que a despesa não desrespeitará o teto de gastos nem a regra de ouro (que proíbe aumento da dívida pública para cobrir despesas correntes do governo). Conforme Guardia, o governo vai pedir os R$ 4,9 bilhões por meio de crédito extraordinário no Orçamento, despesa excluída do limite de gastos. Em contrapartida, terá de cancelar outros R$ 4,9 bilhões de despesas que já estavam contingenciadas (bloqueadas).

Em relação ao PIS/Cofins, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que o governo não trabalha com perda de arrecadação e que caberá ao Congresso Nacional, ao votar o projeto, definir de onde sairá o dinheiro que custeará a iniciativa. Com informações da Folhapress.
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Paraguay y Argentina acuerdan habilitar represa de Yacyretá como puente internacional

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Paraguay y Argentina acuerdan habilitar represa de Yacyretá como puente internacional

20 marzo, 201911

Reunión entre los presidentes y cancilleres de Paraguay y Argentina, durante la 53º Cumbre del Mercosur. Foto Archivo.

Asunción, IP.- Los cancilleres de Paraguay y Argentina firmaron este miércoles las notas para habilitar la circulación sobre el coronamiento de la represa de Yacyretá, entre las ciudades de Ayolas e Ituzaingó.

Además se dio la firma al acta y acuerdo para la relocalización de la zona franca para el Paraguay en el puerto de Rosario.

Los acuerdos fueron firmados por los cancilleres Luis Castiglioni y Jorge Faurie, con la presencia de los presidentes Mario Abdo y Mauricio Macri, quienes participaron de la Conferencia de las NN.UU para la Cooperación Sur-Sur, este miércoles en la capital argentina.

La decisión fue tomada por los mandatarios en diciembre pasado durante la última de la Cumbre de Jefes de Estado del Mercosur, en diciembre pasado.

El canciller Castiglioni señaló que la medida es “un ejemplo de integración” entre ambos países y que la Entidad Binacional Yacyretá “no sólo va a generar energía, sino que la represa va a ser un puente internacional”.

Esta decisión beneficiará el intercambio turístico, actividades comerciales y turísticas para el departamento de Misiones y la región sur del país, destacan autoridades.

Por su parte la Entidad Binacional Yacyretá (EBY) comunicó que al final de la tarde se reúnen autoridades del departamento de Misiones, en Paraguay, y la provincia de Corrientes, en Argentina, para avanzar en los detalles del proyecto que posibilitará al Paraguay contar con tres puentes internacionales con Argentina.

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Estonia brindará asistencia técnica para incorporar más tecnología en la educación

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Estonia brindará asistencia técnica para incorporar más tecnología en la educación

Durante la reunión entre los mandatarios de Paraguay y Estonia. Foto Twitter @MaritoAbdo

Asunción, IP.- Paraguay y Estonia, abordaron posibilidades de cooperación para impulsar el gobierno electrónico y la incorporación de más tecnología para fortalecer la educación paraguaya.

Los presidentes de Paraguay, Mario Abdo Benítez y de Estonia, Kersti Kaljulaid, mantuvieron este miércoles una bilateral, en el Centro de Exposiciones y Convenciones (CEC) de la capital argentina, Buenos Aires.

A través de su cuenta oficial en Twitter, Abdo Benítez, destacó que durante el encuentro con su par de Estonia, “exploramos posibilidades de cooperación para impulsar el gobierno electrónico y la incorporación de más tecnología para nuestra educación”.

En febrero pasado una comitiva paraguaya, encabezada por el viceministro de Tecnologías de la Información y Comunicación (Mitic), Miguel Martin, y el diputado Sebastián García participaron de la jornada de encuentros, invitados por la Organización de Estados Americanos (OEA) para conocer las experiencias exitosas de España y Estonia.

Estonia es considerado uno de los países líderes en Gobierno Electrónico a nivel mundial, gracias a su continua innovación y desarrollo digital.

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Abdo viaja a la Argentina para conferencia de la ONU

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Abdo viaja a la Argentina para conferencia de la ONU

Mario Abdo Benítez viajó a Buenos Aires. Foto: Cristina Martínez, 970 AM.
Mario Abdo Benítez viajó a Buenos Aires. Foto: Cristina Martínez, 970 AM.

El jefe de Estado Mario Abdo Benítez partió esta mañana rumbo a Buenos Aires, donde participará de la conferencia de la Organización de las Naciones Unidas (ONU).

A las 6:15 de este miércoles fue despedido en el Espigón Presidencial el mandatario Mario Abdo Benítez, quien viajó a la Argentina para participar de la conferencia de la ONU.

El presidente regresará hoy mismo y su arribo está previsto para las 21:40, según confirmaron fuentes del Ejecutivo, aunque el evento va hasta el 22 de marzo.

Esta vez el encuentro será sobre El rol de Cooperación Sur-Sur y la implementación de la Agenda 2030 para el desarrollo Sostenible: desafíos y oportunidades.

La conferencia de la ONU será la única de este año que se desarrolle en nuestra región, según detalla la agenda del organismo internacional.

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